Diminuir texto Ampliar texto

De quem é a glória?

por Colaborador IBCBH
 
6 de janeiro de 2018
 

Orgulho e ambição egoísta. O problema de Naamã e o problema de Geazi. Enquanto Naamã se considerava tão importante que ficou furioso quando foi tratado como alguém comum, Geazi tentou tirar proveito de uma obra de Deus para ganhar alguma coisa.

Porém, Naamã muito se indignou, e se foi, dizendo: Eis que eu dizia comigo: Certamente ele sairá, pôr-se-á em pé, invocará o nome do Senhor seu Deus, e passará a sua mão sobre o lugar, e restaurará o leproso. 2 Reis 5.11

Geazi, servo de Eliseu, o homem de Deus, pensou: “Meu senhor foi bom demais para Naamã, aquele arameu, não aceitando o que ele lhe ofereceu. Juro pelo nome do Senhor que correrei atrás dele para ver se ganho alguma coisa. 2 Reis 5. 20

A raíz dos dois problemas está diretamente ligada a uma distorção na concepção de quem é o único digno de glória. Enquanto Naamã queria ser tratado de forma diferente, se considerando digno de glória, Geazi, com sua atitude, tirou a glória de Deus e a entregou ao profeta quando pediu a oferta. Eliseu sabia que todo o poder e glória pertenciam ao Senhor. Ele era apenas seu servo e por isso recusou as ofertas de Naamã. Ele orientou que Geazi não aceitasse a oferta e fez tudo o que estava ao seu alcance para que o milagre não fosse atribuído a ele, mas a Deus.

Ao abrir mão de sua glória e se humilhar, Naamã recebeu a cura. Ao tentar se beneficiar da obra de Deus, Geazi ficou leproso. Que possamos, assim como Eliseu, reconhecer e servir àquele que é o único digno de todo louvor e adoração e dar a Ele toda a honra e glória que o seu nome merece.