Diminuir texto Ampliar texto

Uma missão inabalável!

 
16 de janeiro de 2017
 

De 13 a 21 de janeiro,  mais um grupo da Central está envolvido na viagem missionária a Anagé, na Bahia. A frente missionária, a Central Anagé, dirigida pelos pastores Eliabe e Valneide Gomes, é um importante fruto do trabalho realizado em missões na Central. Hoje são 7 missionários em tempo integral atuando na região. Em maio de 2016 foram enviadas duas líderes experientes no modelo celular para a cidade, para um tempo de treinamento e preparação, cumprindo o propósito de Deus nesta geração. Neste novo caminho em missões que o Senhor abre e confia para a Central, as missionárias Luisa Teixeira Carnevali e Mariele Alves Amorim, foram vocacionadas a servir e chamadas por Deus para este desafio de fazerem parte desta equipe pioneira.

 

 

/var/www/ibcbh/current/public/site/wp content/uploads/2014/02/luisacarnevali

 

Luisa Carnevali (Arquiteta, líder de Célula da Central e missionária)

Quando Luisa era pequena, a mãe a levava esporadicamente na Central. Na adolescência começou a frequentar a igreja sozinha, de taxi, todos os domingos. Até que, em 2005, teve uma experiência com o Espírito Santo, momento em que resolveu ser batizada. Depois disso, participou de um intercâmbio no Canadá, regressando a BH um ano depois. Em um acampamento da igreja de uma amiga, fez amigos e estabeleceu contato com várias pessoas que a ensinaram o que era ser igreja e como viver a vida cristã. Nessa igreja fez sua primeira viagem missionária, dois anos após sua conversão. A partir dali não parou mais: “entendi a ordem de Jesus, e o motivo pelo qual estamos aqui, fazer a diferença. O que alguns chamam de ‘chamado missionário’, pra mim, é obediência. Depois de um momento muito conturbado que passei, busquei em Deus direcionamento para onde ir. Na Central, logo tive a oportunidade de ir para o Haiti. Nessa época, minha mãe já estava congregando na Central e, após a viagem, fiz com ela os 14 dias de jejum e oração. Nesse tempo, Deus me direcionou não apenas para qual igreja eu ficaria, mas também a Célula que eu deveria participar de uma maneira muito sobrenatural. Na terceira Célula que visitei, senti o cheirinho de Jesus, literalmente, e tive certeza de que estava onde deveria estar. Quando cheguei nesta Célula, havia somente três pessoas participando. Após seis meses, multiplicamos com 30 meninas e eu assumi minha primeira Célula na Central”, conta Luisa. A missionária já teve a oportunidade de ir para Anagé duas vezes, mas para ela este também é um novo tempo na sua missão: “confesso que, no início, meu coração ficou temeroso com essa oportunidade de treinamento no sertão, tendo em vista que meu chamado específico é completamente diferente, mas estou encarando tudo como um processo vindo da parte de Deus. Será um período de grande aprendizado. Acredito que não estamos aqui com o propósito de satisfazer nossos próprios desejos e ser feliz. Acredito que nossa missão é agradar o coração de Deus e realizar os sonhos Dele. Isso não é tarefa fácil, e dói muito, mas no final descobrimos que só desta forma seremos plenamente felizes. Para mim, isso é um dos grandes paradoxos de Deus. O importante é que mesmo que tenhamos momentos em que seremos profundamente abalados, devemos permanecer e perseverar, apegando firmemente naquelas palavras que Deus já nos revelou em intimidade”, conclui.

Mariele Alves Amorim (Chef de cozinha, Líder de Célula da Central e missionária) 

/var/www/ibcbh/current/public/site/wp content/uploads/2014/02/14563453 1487671327912853 6992535073813082160 n

Bim, como é conhecida na Central, é de Vazante, cidade do interior de Minas Gerais. Se mudou para Belo Horizonte ainda bem nova, e desde adolescente tinha um anseio de viver muito grande: “fui desbravar o mundo em busca de ser algo importante, estudar e me preparar profissionalmente, mas me perdi na loucura desse mundo, perdi meus valores e propósitos. Fiquei sem sonhos e desiludida da vida, me afundando cada vez mais na bebida e em farras.” Ela não imaginava, e ninguém poderia acreditar que um dia ela iria a uma Célula ou se convertesse: “sempre tive muito preconceito, mas em 2010, fui convidada por um amigo para conhecer uma Célula e aceitei o convite. Fui recebida na Célula por quem, hoje, é esposa do meu amigo e minha líder, a Bárbara. Ali conheci o amor de Deus de uma maneira simples. Troquei o ‘r de religião pelo ‘r de relacionamento. Comecei a caminhar com a Bárbara e suas lideradas, fui batizada, e um tempo depois já fui para minha primeira viagem missionária. Daquela viagem para frente entendi que de graça recebemos e de graça vamos dar. E queria cada dia mais me dedicar às missões”. Mariele fez os cursos do CCM e depois de seis meses começou a liderar uma Célula. Dois anos depois procurou a liderança e compartilhou seu sonho de ser missionária e então começou o Trilho de Missões. “Comecei a me preparar para Missões, envolvi-me no DNA, no apoio à revitalização de igrejas, sempre envolvida com minha rede Atos, liderando, multiplicando e cuidando”, conta. A paixão de servir cresce a cada dia: “é um grande privilégio poder participar deste grande momento que a igreja está passando, esse novo modelo de envio e estratégia. Vejo que muitas coisas têm mudado e estamos avançando para sermos uma igreja em resposta ao que Espírito Santo quer fazer, que nos tornemos uma igreja enviadora. É Ele quem nos capacita no cumprimento da Missão”, conclui.

Além do trabalho em Anagé, atualmente a Central tem mais cinco frentes principais de atuação e investimentos: Haiti, Argélia, Angola, povos indígenas e a mais recente, a Europa. o O pastor Paulo Mazoni explica o objetivo de ampliar a missão, expandir o trabalho e tornar acessível o evangelho de Jesus a mais pessoas: “Deus colocou no nosso coração a ordem e o desejo de enviar, nos próximos anos, 500 missionários para alcançar novas vidas para Cristo em todo o mundo”.

Para alcançar esse objetivo, as iniciativas em missões incluem a implantação de novas igrejas e a revitalização de igrejas já existentes, por meio dos conceitos do programa DNA Central. Esta implantação pode acontecer de forma natural, a partir da abertura de uma Célula em alguma cidade que precisa ser evangelizada, ou de forma intencional, em um local previamente definido pela Central para a implantação desta igreja, apoiadas por frentes de ação social, como está sendo desenvolvido em Anagé.

Por meio do envolvimento missionário, a Central visa cumprir o ide de Jesus, seguindo Seu exemplo, evangelizando os povos e promovendo auxílio nas necessidades espirituais e físicas de pessoas residentes em regiões atingidas por conflitos, calamidade, fome e pobreza, com intercessão, doações e envio de missionários. Se você tem o desejo de servir em missões transculturais, participe das viagens missionárias promovidas pela Central e do curso Avance Missões. Ainda há muito a ser feito. Envolva-se nessa obra!